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Simplesmente João Miguel!

23 de outubro de 2019
in Coluna Vou Falar - por Aaron Fenix, Gerais
Simplesmente João Miguel!
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Toda a cidade de Lafaiete, cidades da região e de várias partes do Brasil se comoveram com a morte prematura do pequeno João Miguel. João Miguel e uma quantidade incalculável de pessoas durante um longo tempo se tornaram gigantes na luta pela sobrevivência diante de uma doença grave.

A experiência mais cruel diz-nos que ninguém ensina nada a ninguém sobre a morte de um filho. A perda de um filho para uma mãe é insuportável, indescritível e inominável. Nem mesmo se consegue uma denominação para esse fato. Filhos que perdem pais são órfãos, cônjuges ficam viúvos, mas para a dimensão dessa perda não há nome. Se mães pudessem pressentir a morte de um filho ou salvá-los de morte anunciada por enfermidade que vai se estendendo, simbolicamente tentariam aquilo que é fisiologicamente impossível: pelo mesmo e agora já inexistente cordão umbilical, através do qual os colocaram no mundo, os trariam de volta ao aconchego do útero.

A morte de um filho rompe com a lógica cronológica de que os pais morrem primeiro, jamais o contrário. A gente sabe que vai chegar o dia de todo mundo. E, pela “ordem natural das coisas”, que os mais velhos partem antes. Mas, às vezes, essa lógica não funciona e um susto, seguido de dor, suspende o ar: Foi-se embora um filho. Alguém que havia sido aninhado num ventre e recebido carinho por meses, alguém com um berço, um diário de bordo e um seio vertendo leite para alimentá-lo fartamente. Ficam os rastros, acentua-se a dor. E agora? Independente de quando ou como, essa perda é como uma cicatriz sempre visível que, com o tempo poderá sangrar menos, mas sempre será sensível e dolorida. Filhos representam o futuro, continuidade, a descendência, o legado, sonhos e expectativas, idealizações, projetos, esperanças, desejos, fantasias e várias outras coisas impossíveis de serem descritas.

Dizem que, quando uma criança fecha os olhos neste mundo,um novo anjo nasce no céu, que, quando suas mãos se fecham na terra, duas asas se abrem na eternidade. Dizem que, quando o coração de uma criança deixa de palpitar, um coração limpo e puro bate junto ao de Deus. Que, quando dois pés virginais deixam de caminhar, um grande caminho com flores e plantas os esperam no mais alto do morro. Dizem que, quando uma criança deixa de viver, Deus a leva para que viva eternamente. Porque uma criança é o sorriso da manhã, da tarde e da noite, é brincadeira e travessura.

Agora o bebê João Miguel é mais uma estrela no firmamento e pela sua grandeza está iluminando a todos que ficaram aqui chorando sua partida. Fica com Deus anjinho porque agora você vive verdadeiramente ! Fica com Deus!

Tô Sabendo e Vou Falar!
Aaron Fênix

 

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