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Greve entra em pauta de sindicato após desgaste entre servidores públicos e governo

21 de maio de 2026
in Lafaiete, Política
Vereador afirma que alertou sobre gastos da prefeitura de Lafaiete já no ano de 2017

Sede da Prefeitura de Conselheiro Lafaiete. Foto: Arquivo

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O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Conselheiro Lafaiete e Região, SINSERLAF, convocou os trabalhadores para uma Assembleia Geral Ordinária agendada para esta quinta-feira (22), às 19h, no Teatro Municipal.

Comunicado na rede social do sindicato informa que o momento será para discussão e tomada de decisões importantes, entre os assuntos estão greve e formas de execução do movimento. A convocação ocorre em meio a divergências entre o funcionalismo e a administração municipal, além de denúncias de salários defasados, sucateamento de prédios públicos e descumprimento de acordos judiciais.

O impasse ganhou força após a divulgação de notas públicas do sindicato criticando o reajuste salarial de 2026, considerado “ilusório” diante da inflação e do aumento do salário mínimo. Em comunicado divulgado em 30 de abril, véspera do Dia do Trabalhador, a entidade afirmou que a Prefeitura anunciou “0% de ganho real” aos servidores.

O sindicato também denuncia que trabalhadores continuam recebendo abaixo do salário mínimo sem a devida complementação salarial prevista judicialmente. Outro ponto levantado é a precariedade da estrutura de trabalho, com relatos de equipamentos defeituosos e prédios deteriorados, situação que, segundo a categoria, compromete o atendimento à população.

Reforma Administrativa

A tensão também envolve a proposta de reforma administrativa e a criação de um banco de horas pela Prefeitura. Segundo o SINSERLAF, o projeto original previa o fim do pagamento de horas extras em dinheiro. Após pressão da categoria, uma versão alterada foi aprovada em assembleia realizada em abril de 2025, preservando direitos trabalhistas. A versão foi enviada ao Executivo

Mais de um ano depois, o texto segue sem envio ao Legislativo Municipal. Para representantes sindicais, o engavetamento reforça o desgaste político entre servidores e governo. Nos bastidores, integrantes da categoria avaliam que o silêncio da administração tem ampliado o risco de paralisações em setores essenciais do serviço público.

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