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Ausência de testemunha adia interrogatório de Mateus Leroy

3 de outubro de 2019
in Lafaiete, Polícia
Ausência de testemunha adia interrogatório de Mateus Leroy
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Foi realizada na tarde desta quarta-feira (02/10) a Audiência de Instrução e Julgamento do caso Mateus Leroy. No dia 22 de julho, o pai do pequeno João Miguel, bebê portador da AME (Atrofia Muscular Espinhal), revoltou o país inteiro e a cidade de Conselheiro Lafaiete em particular ao ser preso em um hotel de luxo em Salvador (BA) depois de fugir com parte do dinheiro arrecadado em campanhas para custear o tratamento da doença do filho.

Dr.Paulo Roberto ouviu as testemunhas do caso

O Fato Real acompanhou toda a audiência, ouviu os depoimentos e o titular da 2ª Vara Criminal e de Execuções Penais de Conselheiro Lafaiete, juiz Paulo Roberto da Silva, que esclareceu como o caso em questão não é tipificado como crime doloso contra a vida (como homicídio e tentativa de assassinato, por exemplo), a Audiência de Instrução e Julgamento dispensa a convocação do Tribunal do Júri, sendo realizado na própria sala do juiz, que é quem profere a decisão final nesta etapa: “Depois que são ouvidas as testemunhas de acusação e defesa, o réu é interrogado e as partes se manifestam com base nas provas produzidas, apresentando cada uma os próprios argumentos a favor da acusação ou da absolvição. É depois disso que o juiz profere a sentença e decide. Porém, um caso como o de hoje tem muitos fatos a serem anotados, apurados e analisados, ficando praticamente impossível que o julgamento se concentre num dia só”, explicou o magistrado.

 Depoimentos

Nesta quarta-feira foram ouvidas quase todas as testemunhas de defesa e acusação, entre elas a esposa de Mateus, Karine Rodrigues Avelino; o delegado Daniel Gomes de Oliveira, a voluntária na campanha “AME João Miguel, Fabiana de Paula Araújo e a diretora da Comunidade Terapêutica Bom Pastor, Maria Célia Rabelo Rievers.

Ministério Público e Defesa ouviram relatos de pessoas sobre a campanha, a personalidade de Mateus e sobre seus atos. Os fatos já tornados públicos foram repassados com detalhes e mais uma vez ficou evidenciado que Mateus Leroy surpreendeu a todos. O acusado passou praticamente todo o tempo de cabeça baixa, sem expressão que revelasse seus pensamentos. No entanto se emocionou e chorou durante depoimento da ex-colega de trabalho e de um amigo que enalteceram sua conduta profissional, familiar e religiosa.

Não falou

Mateus segue preso e deverá ser ouvido após oitiva de todas testemunhas

Uma testemunha arrolada pelos advogados de defesa, Carla Leroy, irmã de Mateus, não compareceu alegando problemas de saúde (teve filho recentemente). Por este motivo o réu não foi interrogado, momento mais aguardado da Audiência. Conforme explicou o juiz Paulo Roberto da Silva, o réu só pode ser interrogado depois que todas as testemunhas são ouvidas.

O depoimento da testemunha foi remarcado para a próxima semana. Em seguida, Mateus Leroy será ouvido e passa a contar o prazo de 10 dias para que as partes se manifestem. Terminado este período, o ritual de tramitação do processo oferece mais 10 dias de prazo para que o juiz anuncie a sentença.

 

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