A Igreja Presbiteriana de Carandaí divulgou, nesta terça-feira (04), uma nota de esclarecimento para rebater acusações de discriminação relacionadas ao regulamento da corrida FREEDOM. A instituição afirma que não excluiu participantes por orientação sexual ou identidade de gênero e sustenta que os critérios adotados têm como objetivo garantir a equidade esportiva entre os competidores.
Segundo a igreja, as regras de elegibilidade foram definidas para preservar a igualdade de condições nas categorias da competição, considerando critérios físicos e biológicos. A organização ressalta que todos os interessados podem participar do evento e que a definição das categorias não representa julgamento de valor nem desrespeito à dignidade de qualquer pessoa.
Na nota, a instituição lamenta que participantes possam ter se sentido excluídos por não compreenderem o regulamento e classifica como “levianas” as acusações de preconceito. A igreja também afirma que não pratica discriminação, não incentiva o ódio ou a violência e reforça que a corrida permanece aberta a pessoas de diferentes orientações sexuais e identidades de gênero.
Ainda conforme o comunicado, o regulamento da FREEDOM está alinhado às regras de competição da World Athletics e da Confederação Brasileira de Atletismo (CBAT), especialmente nos dispositivos que tratam da elegibilidade para categorias competitivas. A organização informou que permanece à disposição para prestar novos esclarecimentos sobre o tema.
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