sexta-feira, maio 29, 2026
  • Sobre
  • Política de privacidade
Fato Real
QUITANDA CSN
SICREDI
CET
Hemolab
SENAC
  • Home
  • Notícias
    • Gerais
    • Lafaiete
    • Regional
    • Polícia
  • Empregos & Concursos
  • Obituário
  • Contato
No Result
View All Result
Fato Real
No Result
View All Result

SAMU enfrenta risco de colapso por falta de repasses

29 de maio de 2026
in Regional
SAMU enfrenta risco de colapso por falta de repasses

Fotos: ALMG

Share on FacebookShare on Twitter

Deputados estaduais, prefeitos e representantes de consórcios de saúde cobraram nesta quarta-feira (27), na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, o reajuste imediato dos repasses federais destinados ao Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU).

O alerta foi feito durante reunião da Comissão de Saúde da ALMG, após municípios apontarem que a defasagem nos recursos já afeta o tempo de resposta das ambulâncias, o atendimento à população e os salários dos profissionais que atuam no serviço em diversas regiões de Minas Gerais.

A norma determina que a União seja responsável por 50% do custeio do Samu, enquanto estados devem arcar com ao menos 25% e os municípios com até 25%. Segundo levantamento apresentado durante a reunião, nenhum dos consórcios mineiros recebe atualmente o percentual previsto.

O maior índice de participação federal é de 32,36%, registrado no Consórcio Intermunicipal de Saúde da Rede de Urgência do Norte de Minas (Cisrun). Já o Consórcio Intermunicipal de Saúde da Região Ampliada Oeste (Cis-Urg Oeste) recebe apenas 18,48%, acumulando déficit operacional.

Prefeito de Barbacena, Carlos Du.

O presidente da Associação Mineira de Municípios (AMM) e prefeito de Iguatama, Lucas Lopes, afirmou que as prefeituras pedem apenas a correção inflacionária dos repasses. Segundo ele, a pressão da população recai diretamente sobre os gestores municipais quando o serviço falha.

Já o presidente do conselho diretor do Cisru Centro-Sul e prefeito de Barbacena, Carlos Du, relatou que a falta de atualização dos valores compromete o funcionamento das bases e dificulta a valorização dos trabalhadores. Ele informou que condutores socorristas recebem atualmente cerca de R$ 2,1 mil mensais e afirmou que muitos profissionais permanecem no SAMU por dedicação à atividade.

A diretora do Sindicato Único dos Trabalhadores da Saúde de Minas Gerais, Núbia Roberta Dias, defendeu a criação de um piso salarial nacional para os trabalhadores do SAMU, nos moldes do piso da enfermagem e com financiamento compartilhado entre União, estados e municípios.

UniFASar

ERM



Ponto de Partida

Fato Real

Copyright © 2026 Fato Real Desenvolvido por KONSTRUKTAPP.

  • Sobre
  • Política de privacidade

Siga nossas redes

No Result
View All Result
  • Home
  • Destaque
  • Lafaiete
  • Empregos & Concursos
  • Gerais
  • Polícia
  • Obituário
  • Regional

Copyright © 2026 Fato Real Desenvolvido por KONSTRUKTAPP.

Esse website utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você concorda com o uso de cookies. Visite nossa Política de Privacidade e Cookies.