Desta a quarta-feira (18), os católicos entraram no período da Quaresma – um tempo tradicional de 40 dias de reflexão, penitência, oração e preparação espiritual para a Páscoa, a principal festa da fé cristã.
Para a Igreja Católica, a Quaresma simboliza o tempo de conversão e renovação interior, fazendo memória dos quarenta dias de jejum de Jesus no deserto.
Nesse contexto, a prática do sacramento da confissão ganha destaque em paróquias de toda a região. A iniciativa, conhecida popularmente como mutirão de confissões, mobiliza fiéis e padres para momentos de escuta, reflexão e reconciliação, reforçando a fé e a solidariedade no início do tempo quaresmal.
Mutirão de confissões
Na Forania de Conselheiro Lafaiete, cada paróquia agendou datas específicas para a realização do mutirão. Às 19 h, os fiéis poderão buscar o sacramento da reconciliação nos locais e dias abaixo:
- 26/2 — Paróquia de São João Batista
- 05/3 — Paróquia de Santa Terezinha
- 10/3 — Basílica do Sagrado Coração de Jesus
- 11/3 — Santuário de Nossa Senhora da Luz
- 12/3 — Paróquia de São Sebastião
- 17/3 — Santuário de São Judas Tadeu
- 18/3 — Paróquia do Bom Pastor
- 20/3 — Paróquia de Nossa Senhora da Conceição
No mutirão, todos os padres se dispõem a ouvir confissões individuais – uma oportunidade para os fiéis partilharem suas inquietações espirituais, buscarem orientação e renovarem seu compromisso de vida cristã.
Por que confessar na Quaresma?
O período quaresmal é considerado um tempo propício para a prática do sacramento da reconciliação porque reforça os temas centrais desta fase litúrgica: arrependimento, perdão, humildade e abertura do coração. Em muitas paróquias, esse tempo é vivido com maior intensidade por meio de jejuns, orações e obras de caridade – práticas que acompanham o propósito de purificação e crescimento espiritual.
Enquanto a Quaresma avança rumo à Semana Santa, os católicos são convidados a aprofundar sua fé e viver com mais intensidade os valores que fundamentam sua crença. A vivência da confissão, nesse percurso, é encarada não apenas como cumprimento de um rito religioso, mas como um gesto de entrega e esperança, abrindo espaço para a verdadeira transformação interior.
