O transbordamento de um dique da Vale, provocou apreensão entre moradores de Congonhas e Ouro Preto neste domingo (25), há exatos sete anos da tragédia do rompimento da barragem da Vale em Brumadinho, que deixou 270 pessoas mortas.
Em nota, a Vale tratou o rompimento do como “extravasamento de água com sedimentos” de uma cava da mina de Fábrica, na divisa entre os dois municípios, e que pessoas e a comunidade da região não foram afetadas. Após o incidente, a empresa afirmou que comunicou os órgãos competentes e que as causas do “extravasamento” estão sendo apuradas.
“A Vale reforça que o ocorrido não tem qualquer relação com as barragens da empresa na região, que seguem sem alterações nas suas condições de estabilidade e segurança e monitoradas 24 horas por dia, 7 dias por semana”.
CSN
Também em nota, a CSN informa que na madrugada de domingo (25), houve uma ocorrência em uma cava pertencente à Mineradora Vale, o que provocou o alagamento de áreas na unidade Pires, em Ouro Preto, de propriedade da CSN Mineração, incluindo o almoxarifado, acessos internos, oficinas mecânicas, área de embarque entre outras áreas e atividades. Ressalta, no entanto, que todas as estruturas de contenção de sedimentos da CSN Mineração estão operando normalmente.
A CSN Mineração informa que, desde o primeiro momento, acompanha a situação de forma permanente e que as autoridades competentes já foram comunicadas.
