A Câmara Municipal de Congonhas fechou o ano legislativo com uma decisão que marca um novo ciclo para a cidade. Os vereadores aprovaram a Lei Orçamentária Anual de 2026 e o Plano Plurianual válido até 2029. Juntos, os textos definem prioridades, metas e o destino dos recursos públicos nos próximos anos.
O orçamento aprovado prevê arrecadação de R$ 1,276 bilhão em 2026. É o maior volume financeiro da história do município. Os recursos serão distribuídos entre a Prefeitura, o Prevcon, a Fumcult e o repasse constitucional ao Legislativo.
Relator da proposta e presidente da Comissão de Tributação, Finanças e Orçamento, o vereador Eduardo Matosinhos destacou o peso da decisão. Segundo ele, o desafio agora é garantir fiscalização rigorosa, transparência e escolhas que atendam às reais necessidades da população.
A proposta, enviada pelo Executivo por meio dos projetos de lei 68 e 69 de 2025, recebeu emendas impositivas e modificativas antes da aprovação em plenário. O texto segue para redação final e, em seguida, para sanção do prefeito.
Os números revelam as áreas priorizadas pela gestão municipal.
· R$ 289 milhões para a Saúde;
· R$ 206 milhões para a Educação;
· R$ 45,6 milhões para a Obras;
· R$ 40 milhões para a Assistência Social;
· R$ 21,6 milhões para o Meio ambiente;
· R$ 21 milhões para a Habitação;
· R$ 14,4 milhões para a Cultura;
· R$ 12 milhões para o Esporte;
· R$ 5,6 milhões para a Segurança pública;
Além do orçamento anual, os parlamentares aprovaram o Plano Plurianual 2026 a 2029. O documento funciona como um mapa estratégico da administração municipal. Ele define objetivos de médio prazo e orienta tanto a Lei de Diretrizes Orçamentárias quanto os orçamentos anuais.
Na prática, o PPA estabelece como Congonhas pretende crescer, onde vai investir e quais políticas públicas serão fortalecidas. A expectativa é que o planejamento contribua para uma gestão mais eficiente, com foco em desenvolvimento social, infraestrutura e qualidade de vida.
