A Câmara Municipal de Conselheiro Lafaiete sediou, nessa segunda-feira (15/09), a reunião pública sobre o programa Minha Casa Minha Vida. A iniciativa partiu de requerimento apresentado pelo vereador Pedro Américo e reuniu autoridades, lideranças comunitárias e um grande número de pessoas interessadas no acesso à casa própria.
Estiveram presentes o deputado estadual Leleco Pimentel, o deputado federal Padre João, o secretário de Planejamento João Paulo Passos, a secretária de Desenvolvimento Social Aline Gonzaga, o secretário da Fazenda Cláudio Castro, a vereadora Gina Costa, diretora de Habitação Natália Fernandes, o presidente do Conselho Municipal de Habitação João Vicente Gomes, além de representantes da Caixa Econômica Federal, Denise Teixeira e Hermano Melo.

Durante o encontro foi confirmado que as 96 unidades habitacionais previstas para o bairro Santo Agostinho não serão mais viabilizadas em razão de divergências orçamentárias entre a empresa Sonhar e a Prefeitura. A notícia foi recebida com frustração por parte das famílias que aguardavam o empreendimento.
Por outro lado, a reunião trouxe expectativa positiva com o anúncio de novas oportunidades. Foram apresentadas propostas que somam 494 unidades habitacionais, divididas entre os grupos de menor renda e de renda intermediária. No chamado faixa 1 estão em análise 350 moradias, sendo 64 no Residencial Carijós, 93 no Residencial Queluz de Minas e 193 no conjunto Vila dos Inconfidentes. Já no faixa 2 o programa prevê 144 moradias que ainda dependem da aprovação dos terrenos e da habilitação das empresas interessadas.
O vereador Pedrinho agradeceu a presença e os esclarecimentos prestados. “Essa reunião foi para reforçar o nosso compromisso com a moradia de caráter social na fiscalização e na busca de oportunidades juntamente com os deputados Leleco Pimentel e Padre João e o apoio irrestrito do governo federal com a política pública de moradia de interesse social”, destacou.
A reunião marcou um momento de cobrança e também de esperança. De um lado a perda de unidades gera insegurança para famílias que sonhavam com a casa própria. De outro o anúncio das novas possibilidades abre caminho para que Lafaiete avance na política habitacional e diminua o déficit que atinge centenas de pessoas.
