A Gerdau divulgou nesta terça-feira (19/08) os vencedores do concurso cultural “Eu e o Gerdau Germinar”, que celebrou os 35 anos do programa de educação ambiental da companhia. A iniciativa, realizada entre junho e julho, convidou participantes a compartilharem memórias em forma de fotografia e relato, valorizando experiências transformadoras vividas ao longo das atividades do projeto.
Quatro histórias foram selecionadas por uma comissão avaliadora da área de Sustentabilidade da empresa, levando em conta originalidade, criatividade e impacto emocional. Dois relatos vieram de colaboradores da Gerdau e outros dois da comunidade.
Entre os premiados está o colaborador Edeilson Souza, que recordou um momento de inclusão durante uma ação com crianças da APAE de Ouro Branco, quando ajudou um menino com dificuldade de locomoção a participar das atividades.

Também colaborador, Dione Pinto destacou o encantamento do filho durante uma visita ao Biocentro do Germinar, ressaltando a conexão familiar fortalecida pela interação com a natureza.
Na categoria externa, o CAPS Infanto Juvenil de Conselheiro Lafaiete foi escolhido ao relatar a experiência de crianças e adolescentes em uma visita imersiva ao espaço.
A quarta vencedora, Carla Morais, pedagoga da Escola Municipal José Francisco Nogueira, de Ouro Branco, apresentou a história do projeto “Escologia”, desenvolvido em 2002 com apoio do Germinar, que resultou em um livro de poesias e crônicas produzidas por alunos do 4º ano.
Os quatro vencedores serão presenteados com uma visita especial ao Biocentro do Germinar, em Ouro Branco, em setembro, em uma manhã de vivências e reencontros com a natureza.
Um legado de 35 anos
Desde sua criação, em 1989, o Gerdau Germinar já alcançou mais de 400 mil pessoas em seis municípios do Alto Paraopeba (MG). O programa promove educação ambiental por meio de cursos, oficinas, visitas técnicas e atividades de conscientização voltadas para escolas, comunidades e colaboradores da empresa.
O Biocentro, sede do programa em Ouro Branco, é referência regional em sustentabilidade, com espaços como a Praça dos Biomas, trilhas interpretativas, horta orgânica, a chamada “ovolândia” – que reúne mais de 2 mil ovos em exposição – e a vila das abelhas sem ferrão. O local também abriga o Projeto ASAS, desenvolvido em parceria com o Ibama, que já devolveu quase 200 animais silvestres ao seu habitat natural.
O concurso reafirma o compromisso da empresa com a preservação ambiental, a valorização das memórias comunitárias e a promoção da cidadania sustentável.
