Moradores de Conselheiro Lafaiete com dengue ou sintomas da doença enfrentam dificuldades para receber atendimento médico. As unidades de saúde sejam públicas ou particulares têm recebido grande número de pacientes. As filas são constantes e a espera por consulta médica chega ao tempo de até 5h, segundo relatos ao Fato Real.

A Policlínica Municipal continua com grande movimento. A Secretaria Municipal de Saúde orienta para que a população procure a unidade de Estratégia de Saúde da Família do bairro, (conhecida popularmente como PSF), caso sinta sintomas da doença. No entanto, estas unidades, assim como as sentinelas e até mesmo a “Ala Dois”, reaberta na própria policlínica, não funcionam aos fins de semana. O que deve ser reavaliado nos próximos dias mediante o aumento de casos de dengue.
Casos
No ano passado, durante período considerado de pico da dengue, até abril, Lafaiete chegou aos 4 mil casos. Este ano, entrando na segunda quinzena de fevereiro, já chegou aos 3 mil casos.
Um óbito pela doença já foi confirmado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES/MG). No entanto, uma segunda morte, ocorrida neste fim de semana, que teria como causa a dengue, ainda não foi oficialmente incluída no boletim da SES.
