Parentes de vítimas, sobreviventes e movimentos de apoio fazem hoje uma série de atos em Brumadinho para marcar os cinco anos do rompimento da barragem da Vale que matou 270 pessoas. O desastre causou a contaminação de 300 quilômetros do rio Paraopeba e afetou a população de 26 cidades.
Duzentas e setenta e duas cruzes de madeira foram instaladas, nesta quinta-feira (25), no gramado central da Esplanada dos Ministérios, em frente ao Congresso Nacional, em Brasília. A iniciativa, do deputado federal Pedro Aihara (Patriota-MG), pede justiça para as vítimas do rompimento da barragem da mina Córrego do Feijão, localizada em Brumadinho (MG), na região metropolitana de Belo Horizonte.
Na época do rompimento, Aihara trabalhava no Corpo de Bombeiros de Minas Gerais e atuou nas buscas às vítimas.
Assim como toda Minas Gerais, o Alto Paraopeba foi impactado pela tragédia ocorrida Brumadinho. Vários funcionários ou prestadores de serviços à Vale que moravam em cidades da região nunca voltaram para casa, após o fatídico 25 de janeiro de 2019.
Entre os mortos estão moradores de Conselheiro Lafaiete e região, entre eles: Anderson Luiz da Silva, Felipe José de Oliveira Almeida, Pedro Sena, Edson Rodrigues dos Santos, Josiane Santos, Edymayra Coelho, Miramar Antônio, Rodney Oliveira, Luiz Carlos da Silva Reis e Wanderson Oliveira Valeriano.
