Será sepultado na tarde desta sexta-feira (05) em Barbacena o corpo do garoto Cauã Henrique de Abreu Lélio Nunes, de 10 anos, que faleceu após engasgar no dia 1º de janeiro, com uma bolinha de borracha. Na quarta-feira (3) foi constatada sua morte cerebral. O velório será a partir das 9 horas desta manhã no complexo do grupo Zelo e o sepultamento está marcado para as 14 horas no Cemitério Parque Repouso da Saudade.
Doação de órgãos
Mesmo diante toda dor, imensurável e inimaginável, os pais de Cauã tiveram o gesto nobre, de generosidade e amor ao próximo, doando os rins e córneas do filho. Atitude que pode evitar a dor de outros pais perderem um filho. Eles salvaram vidas. Na maioria das vezes, o transplante de órgãos pode ser a única esperança de vida ou a oportunidade de um recomeço para as pessoas que precisam da doação.
De um doador é possível obter vários órgãos e tecidos para realização do transplante. Podem ser doados rins, fígado, coração, pulmões, pâncreas, intestino, córneas, valvas cardíacas, pele, ossos e tendões. Com isso, inúmeras pessoas podem ser beneficiadas com os órgãos e tecidos provenientes de um mesmo doador.
Fale com sua família
É importante falar para a família que deseja ser um doador de órgãos, para que após a morte, os familiares possam autorizar a doação e retirada dos órgãos e tecidos. No Brasil, a doação de órgãos e tecidos só será realizada após a autorização familiar. Assim, mesmo que uma pessoa tenha dito em vida que gostaria de ser doador, a doação só acontece se a família autorizar. Não é preciso registrar a intenção de ser doador em cartórios, nem informar em documentos o desejo de doar, mas a família precisa saber. (Fonte: Ministério as Saúde).
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