A direção da Escola Municipal Marinho Fernandes, em nota, esclareceu fato ocorrido na tarde desta segunda-feira 17/04 em suas dependências.
A direção informou que por volta das 16h, esteve na secretaria um homem que se identificou como um tio de uma aluna pedindo para chamá-la. Porém, ao ser informado que a aluna estuda no turno da manhã, e portanto, não estava na escola naquele momento, ele ficou bastante alterado.
Segundo o esclarecimento que foi compartilhado pela diretora Cássia de Lima Vieira, este diálogo teria acontecido com o homem ainda no lado de fora, e através de uma janela, por onde as pessoas são identificadas antes de entrar na escola. Visivelmente alterado, o homem começou a bater a campainha insistindo que alguém o atendesse. Nervoso e alterado fez ameaças e imediatamente a Polícia Militar foi acionada, que rapidamente compareceu ao local.
Foi feito o Boletim de Ocorrência e ele foi conduzido à delegacia. Ainda segundo o esclarecimento da direção, o homem não estava armado e nem entrou na escola.
Questionada sobre o episódio a PM disse que “teve uma ocorrência de ameaça verbal e o autor foi preso”.
O Fato Real conversou na noite desta segunda-feira também com a secretária Municipal Adjunta de Educação. Edilvânia Valéria Diniz Vieira Resende, reforçou que todo sistema educacional está atento e agindo em consonância com a Polícia Militar, neste momento de crise. No entanto, informou que as escolas municipais já adotam a postura de que apenas pessoas previamente autorizadas e identificadas têm acesso aos estudantes em período escolar. Ou seja, além de procurar uma pessoa em turno equivocado, o homem não teria acesso à estudante procurada, mesmo que ela estivesse na escola. “Se não for uma pessoa que já consta como autorizada, os pais devem entrar em contato com a escola para que o estudante seja liberado”, esclareceu.
