Quando a situação parecia caminhar para um entendimento entre as partes, o embate entre os servidores municipais e a administração pública de Lafaiete ganha novo capítulo. Os servidores pleiteiam o reajuste do vale-alimentação, o piso salarial da educação, o adicional de insalubridade dos ACS, planos de carreira dos servidores, diária dos motoristas, melhoria nas condições e estrutura de trabalho.
No dia 5 de agosto, os servidores decidiram em assembleia por uma paralisação que ocorreria na quinta-feira (11). Porém, após rodada de negociação entre o Sindicato dos Servidores Públicos e Conselheiro Lafaiete (SINSERLAF) com representantes do Executivo na quarta-feira (10), a paralisação foi suspensa.
Convocação para greve
Ontem o presidente do sindicato, Valdiney Alves, , em vídeo publicado nas redes sociais da entidade, fez um convocação para uma paralisação dos servidores nesta quarta-feira 17/08.

A motivação, segundo o presidente da entidade sindical, seria um não cumprimento do que foi acordado na reunião do dia 10. Teriam sido acordadas a retirada do projeto de lei que trata do vale-alimentação e uma nova rodada de negociações, com a administração pública apresentando novas propostas nesta segunda-feira, no entanto, segundo Valdiney Alves, isso não foi feito pelo poder público.
O presidente destacou que após o rompimento nas negociações, não existe possibilidade da paralisação não acontecer: “Nós temos legitimidade, nós temos a comunidade do nosso lado e nós vamos parar. Não tem mais conversa, o diálogo vai se dar durante a paralisação, se assim eles quiserem”, afirmou o presidente da entidade sindical.
Comunicado
Um comunicado com orientações para o dia de paralisação e operação tartaruga foi enviado aos servidores. Também está marcada para amanhã uma manifestação em frente à Prefeitura das 8h às 12h.
