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Conselho Regional de Medicina Veterinária alerta para risco de circulação do vírus da raiva em Minas

12 de maio de 2022
in Gerais
Conselho Regional de Medicina Veterinária alerta para risco de circulação do vírus da raiva em Minas
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O Conselho Regional de Medicina Veterinária de Minas Gerais (CRMV – MG) divulgou um comunicado de risco na terça-feira (10/05) alertando para a circulação do vírus da raiva no estado.

Segundo a nota, em 2021 foram identificados 24 morcegos e um felino positivos para raiva em Belo Horizonte. No município de Contagem foram dois morcegos positivos. Em 2022, na capital do estado, são cinco morcegos positivos até este momento e nesta semana, foi identificado um cão positivado.

Segundo o CRMV, estes dados demonstram a circulação do vírus da raiva nestes municípios e a grande possibilidade de ocorrer também em outras áreas. Os vírus até então identificados são da variante 3, que circulam normalmente no ciclo aéreo da raiva, ou seja, envolvem os morcegos e acidentalmente, outros animais, como possivelmente, ocorreu com o gato diagnosticado em 2021 e o cão positivo identificado nesta semana.

A raiva é uma zoonose praticamente 100% letal. Sua ocorrência é evitável, se as medidas preventivas previstas forem tomadas a partir do contato com o vírus. É transmitida ao ser humano ou entre os animais pela inoculação do vírus rábico presente na saliva e nas secreções de animais infectados, principalmente pela mordedura, mas também por arranhaduras e lambedura de mucosas. Em cães e gatos, o período de incubação (que vai desde o contato com o vírus até o aparecimento dos sinais de raiva) pode ser muito longo, de até 180 dias.

Prevenção

A prevenção da raiva é fundamental. Ela é realizada mediante a vacinação anual em cães e gatos de áreas urbanas e também de animais domésticos de áreas rurais. A vacina da raiva é segura e deve ser realizada em cães e gatos por toda a vida, desde os três meses de idade.

Em caso de exposição humana, deve-se conter o animal agressor (cão e gato) para observação e lavar repetidamente com água corrente e sabão, o local da agressão para reduzir a carga de vírus. Procurar, imediatamente após a limpeza da ferida, a unidade de saúde (UBS ou UPA) mais próxima e informar o ocorrido, com o máximo de dados possíveis sobre as condições do acidente e sobre o animal, para realização da profilaxia antirrábica. Em caso de animal silvestre (morcegos, por exemplo), não tocar no animal, isolar com uma caixa ou balde e acionar a Unidade ou Centro de Controle de Zoonoses para captura e envio ao laboratório (LACEN) para diagnóstico

Médicos veterinários, estudantes de medicina veterinária, trabalhadores de clínicas veterinárias que estão permanentemente expostos a animais potencialmente transmissores da raiva devem realizar a profilaxia antirrábica pré exposição, que consiste em vacinação e posterior de titulação do nível de anticorpos.

 

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