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Vacina, uai!

1 de dezembro de 2021
in Gerais, Você Repórter
Vacina, uai!
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(*) Érica Araújo Castro

Enquanto mulher, mãe, professora e ativista política é impossível não acompanhar as movimentações sociais em torno de temas importantes.

É inegável que hoje, o tema mais importante tem sido a pandemia da Covid-19, suas consequências e as maneiras de pará-la. Dentro desse tema, a vacinação em massa no mundo todo tem se mostrado instrumento eficaz de controle da pandemia.

Alguns dizem que vacinas seriam experimentais e que não seriam seguras. Mas quais são os fatos?

A Anvisa tem a responsabilidade técnica de avaliar, dentre outras atribuições, a segurança e eficácia de todos os remédios, vacinas etc. no território brasileiro. Ela é respeitada internacionalmente em virtude de suas boas práticas desde sua fundação no governo Fernando Henrique Cardoso em 1999.

Todas as vacinas utilizadas em território nacional passaram pelo crivo da agência que além dos documentos dos estudos, que devem ser criteriosos, faz visitas in loco para avaliar laboratórios. É um processo minucioso conduzido por um colegiado que aprova – ou não – o que lhe é solicitado.

Por exemplo, a vacina Sputnik-V (russa) foi reprovada em um primeiro momento e necessitou passar por análises posteriores para ter seu uso parcialmente liberado. A Covaxin (indiana) sequer teve seu processo de análise iniciado já que foram constatadas irregularidades.

Assim, as vacinas para uso da população brasileira passaram integralmente pelo processo de análise, inclusive tendo passado pela fase três de pesquisa, tendo sua eficácia e seguranças comprovadas.

Ao mesmo tempo, são acumulados no mundo todo dados que demonstram que onde há vacinação ampla o maior número dos internados e dos que morrem pela Covid-19 são da parcela da população que não se vacinou. Isso encontra reflexo no Brasil: três estudos conduzidos em diferentes estados registram números assustadores.

Em São Paulo, de janeiro a 15 de setembro/2021 nove entre cada dez internados eram de não vacinados ou de pessoas com a imunização incompleta. Já o de óbitos é ainda mais significativo: morreram 15 vezes mais não vacinados do que vacinados. Um estudo da Fiocruz conduzido no Mato Grosso do Sul mostrou que na faixa etária de até 59 anos, apenas 12% dos óbitos foram de pessoas com a imunização completa enquanto que não vacinados corresponderam a 85% dos óbitos.

E mesmo com tudo isso, eu, professora, ouvi de alunos adolescentes em sala de aula que, se pudessem, não iriam se vacinar. Mesmo no dia em que eu mesma fui tomar minha segunda dose, ouvi incidentalmente a conversa de dois passantes que mencionavam que o Fulano, amigo deles, não se vacinaria porque não queria. Reportagens falam incessantemente de hesitantes e o quanto eles impactam na saúde de todos uma vez que oferecem seus corpos livres de impedimentos para, inclusive, a geração de novas variantes que podem ser mais transmissíveis ou, em um pior cenário, resistentes às vacinas que temos.

Campanha

Por isso, imaginei a campanha “Vacina, uai!”: como forma de levar esclarecimento sobre a vacinação e conscientizar nossa população de que vacina é cuidado coletivo – não pode ser classificado como escolha individual em virtude de ser comportamento de risco, tanto quanto dirigir bêbado ou sem cinto de segurança. Quando uma pessoa escolhe não se vacinar ela não impacta apenas sua própria vida, mas a daqueles que estão à sua volta porque abre uma brecha na imunidade coletiva.

A campanha “Vacina, uai” consiste de pequenos vídeos feitos por pessoas de variadas áreas de atuação incentivando a vacinação de todos. Além deles, pequenos textos informativos, sempre buscando fontes confiáveis, para que os hesitantes deixem de hesitar.

Não há quem não queira voltar com segurança e com os devidos cuidados para uma vida ao menos semelhante à que tínhamos antes. Para isso, todos os que estão nas faixas etárias já autorizadas devem se vacinar seguindo o calendário governamental com atenção para doses de reforço.

Por isso, #VacinaUai !

Lembretes:

  • Acompanhe informações em fontes confiáveis e ajude a divulgá-las.
  • Ajude os idosos a se lembrarem de tomar as doses adicionais.
  • Marque com atenção o dia de suas doses – use a agenda do celular como lembrete.
  • Incentive todos à sua volta a se vacinarem.
  • Confira o registro de sua vacinação no aplicativo ConecteSus.

Fontes:

Vacinas não são experimentais: https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2021-09/anvisa-vacinas-em-uso-no-brasil-nao-sao-experimentais

Sputnik V parcialmente liberada para uso: https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/noticias-anvisa/2021/anvisa-libera-sob-condicoes-controladas-parte-da-importacao-da-sputnik

Importação da Covaxin suspensa: https://g1.globo.com/bemestar/vacina/noticia/2021/07/27/anvisa-autorizacao-de-importacao-da-covaxin.ghtml

Mais hospitalizações e mortes entre não vacinados: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/mais-de-95-de-internados-por-covid-sao-nao-vacinados-diz-infectologista-do-sbim/

(*) Mulher, mãe, professora e ativista política.

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