O Governo de Minas Gerais anunciou nesta quinta-feira (13/05) que a região Centro-sul, que Lafaiete e região fazem parte, seguirá na onda vermelha do programa Minas Consciente.
Nesta fase, é permitido o funcionamento de todas as atividades econômicas, inclusive eventos presenciais com até 30 pessoas. No entanto, os estabelecimentos comerciais devem tomar medidas de proteção como o distanciamento social para evitar a disseminação da Covid-19.
Lafaiete
Na cidade, a situação ainda inspira cuidados. No entanto, o último boletim epidemiológico mostrou uma melhora principalmente em relação à ocupação de UTI no município. Até esta quinta-feira (13), 81,48% destes leitos estavam ocupados. Os leitos clínicos estavam com 28,38% de ocupação.
Até o momento, 10.807 (dez mil e oitocentos e sete) pessoas testaram positivo para a doença desde o início da pandemia. O número de pessoas que se recuperaram da doença é 10.177 (dez mil e cento e setenta e sete). A cidade já perdeu 194 vidas para a doença.
Nesta semana, Lafaiete iniciou a vacinação de pessoas com comorbidades e segue aplicando a segunda dose nos grupos prioritários em relação à idade.
Estado
Hoje, nenhuma das 14 macrorregiões estão na onda roxa, a mais restritiva do programa. Além da Centro-Sul, outras oito estão na onda vermelha (Centro, Leste, Leste do Sul, Nordeste, Noroeste, Oeste, Sul e Triângulo do Sul) e cinco estão na onda amarela (Norte, Sudeste, Triângulo do Norte, Vale do Aço e Jequitinhonha).
Segundo a Secretaria de Saúde do estado, a situação está melhor em relação a dois meses atrás. Algumas regiões estão com índices estáveis e outras com a situação epidemiológica melhorando. Atualmente, a taxa de ocupação de leitos é de 80% para UTI Covid e 74,68% para enfermaria em todo o estado. Já a incidência caiu 7% na última semana. A positividade atual é de cerca de 38%.
Segundo Fábio Baccheretti, Secretário de Saúde, a melhora é reflexo da onda roxa, medida emergencial adotada em março para conter o avanço da pandemia no momento mais crítico: “A nossa conclusão é que a onda roxa foi efetiva e ajudou a salvar vidas. Conseguimos reduzir a projeção do pico em até 20%. Isso significa que o pico de óbitos, que foi de 504, poderia ter sido de 600”, destacou.
