O ministro Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitou nesta quarta-feira (16/12) o pedido da Defensoria Pública da União (DPU) para que Adélio Bispo de Oliveira fosse transferido da penitenciária federal de Campo Grande (MS) para um hospital de custódia e tratamento psiquiátrico.
Uma das principais opções para cumprimento da medida de segurança seria o Manicômio Judiciário Jorge Vaz, em Barbacena. Porém, o hospital de custódia de Barbacena não tem vaga e ainda uma fila de espera superior a quatrocentos condenados.

Adélio é o autor da facada durante a campanha eleitoral para presidência, atingindo Jair Bolsonaro, quando ele visitava a cidade de Juiz de Fora. No processo de condenação de Adélio ficou caracterizado que ele sofre de Transtorno Delirante Persistente. O ministro entendeu que a medida de segurança aplicada a Adélio Bispo pode ser cumprida em outros estabelecimentos prisionais, desde que não haja vaga no hospital de custódia.
