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Mais empatia, por favor

13 de dezembro de 2020
in Coluna Vou Falar - por Aaron Fenix, Gerais
Mais empatia, por favor
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Pessoas conscienciosas ficam chocadas com o fato de estar acontecendo semanalmente em nossa cidade em especial, uma quantidade enorme de aglomerações em bares, em reuniões e festinhas familiares e clandestinas, em plena onda de aumento de contaminação pelo coronavírus em sua segunda onda.

pessoas parecem estar no melhor dos mundos possíveis, sem maiores preocupações de eventualmente contagiarem quem estava em derredor, ou serem, por sua vez, contaminadas, no contexto de uma pandemia que se já ultrapassou 180 mil mortos, no Brasil. Isso ocorre mesmo depois de mais de alertas e de esclarecimentos massivos, e dos decretos e medidas de contenção baixada por governadores e prefeitos cientes de suas responsabilidades.

É certo que, independentemente dos decretos e ações governamentais, caberia ao indivíduo, em particular, exercer o próprio senso de responsabilidade e ter noção de que cabe a si o primeiro passo para se autoproteger, depois de informado sobre o risco da doença e, em seguida, de tomar a iniciativa de garantir a segurança dos seus e dos demais cidadãos. No entanto, é ignorar o egoísmo e irresponsabilidade humana esperar que haja esse nível de consciência, espontaneamente, dispensando a atuação do Estado e do Governo para induzir a maioria a isso. Pois, o ser humano é sempre tendente a resistir a mudanças, preferindo o caminho do conforto para se esgueirar de qualquer autossacrifício. Trata-se de uma propensão ainda mais reforçada, se a pessoa viver em uma sociedade baseada em parâmetros filosóficos que alimentam o individualismo e não prevalece o interesse comum e o senso de cooperação. O fato é que temos visto que a pandemia pariu seres cada vez mais individualistas, agressivos e hedonistas e uma grande parcela de moradores de nosso município nesse contexto, infelizmente, se enfileira com o que há de mais bárbaro e atrasado.

Eu, assim como todos, quero que essa pandemia e essa angústia passem o mais rapidamente possível. E não há outra maneira de isso acontecer senão seguindo o mantra do isolamento social, da etiqueta do coronavírus, da solidariedade, da empatia, e tudo aquilo que já estamos cansados de ouvir, e até pode parecer chato, mas é necessário. Quanto mais remarmos contra, mais tempo permaneceremos alimentando o vírus, e nessa angústia e. Isso sem falar dos enfermos e mortes, o pior que esta pandemia nos traz.

Se puder, fique em casa! Se não puder, use máscara, lave as mãos, tussa no braço, mantenha distância das pessoas, evite tocar objetos de uso comum e tome banho quando voltar, além de lavar a roupa e deixar os sapatos na entrada de casa. É o que podemos fazer agora. E não há qualquer motivo para deixar de fazer a não ser querer prorrogar o problema. Alguém quer?

Tô Sabendo e Vou Falar!
Aaron Fênix

UniFASar

ERM



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