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Em meio a queimadas e sem habitat natural, animais fogem para áreas urbanas

21 de julho de 2020
in Gerais
Bombeiros socorrem coruja presa em linha de pipa
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Tucano enrolado em linha com cerol

Tem chamado atenção a quantidade de animais feridos e  resgatados por bombeiros nos últimos dias em cidades da região. São aves de hábitos noturnos, como corujas, e pássaros silvestres, como gaviões e tucanos, além de animais de pequeno porte que se aventuram indo aos centros urbanos à procura de alimento, como um mico encontrado dentro de um supermercado.

Pandemia

Muita gente, de alguma forma, associou o fenômeno à pandemia do novo coronavírus. O Fato Real levou a questão ao assessor de Comunicação Social da 2ª Companhia Independente do Corpo de Bombeiros de Barbacena, Tenente Jaime Tomaz. Ele disse que, realmente, a Covid-19 tem influenciado também os hábitos dos animais silvestres, mas muito menos do que se imagina.

Queimadas estão destruindo habitat natural dos animais
Queimadas estão destruindo habitat natural dos animais

O bombeiro explica que, estas ocorrências são sazonais. Porém, a maior causa de acidentes envolvendo animais são a degradação ambiental e a ação humana. De acordo com o Tenente Tomaz, o desmatamento aumenta todos os dias e os incêndios em vegetação,  como resultado, diminui da fauna silvestre seu habitat natural e os animais se aventuram na área urbana. Ao se aproximar das áreas habitadas, os bichos viram vítimas, por exemplo, das linhas de pipas com cerol e linha chilena.

Sem habitat natural

Consultada pelo Fato Real a veterinária Carla Sássi fez análise semelhante. “Os animais silvestres estão se aproximando mais dos centros urbanos por várias questões. Uma delas é a diminuição da presença humana em vários locais. Outra é a falta de habitat. O desmatamento aumenta todos os dias e como consequência os animais deixam este lugares devastados”.

Com mais tempo livre por conta da quarentena, o número de pessoas soltando papagaios teve um crescimento vertiginoso. E os acidentes envolvendo animais silvestres acompanhou tristemente esta expansão.

Carla Sássi acrescentou que muitos dos bichos machucados sequer têm a chance de receber socorro, pois caem em locais que ninguém vê e acabam morrendo. “Daqueles que são socorridos, a maioria também não sobrevive. Geralmente, são aves com grandes lesões nas asas; quando escapam da morte, ficam incapacitadas de voar e são condenadas a passar o resto da vida em cativeiro”, lamenta.

Coruja resgatada estava com asa presa por linha de pipa
Coruja resgatada estava com asa presa por linha de pipa

Nos últimos dias bombeiros de Lafaiete e Barbacena agiram de forma imprescindível no socorro a aves feridas, jaguatiricas, micos, e resgataram cobras dentro de residência. Além de ajudarem a resgatar animais domesticados que se acidentaram como cães, bezerros e cavalos, entre outros.

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