Com aprovação do Comitê Extraordinário de Enfrentamento ao Novo Coronavírus Conselheiro Lafaiete aderiu ao programa “Minas Consciente” do governo do estado. A reabertura gradativa do comercio local vai começar nesta segunda-feira 25/05 a partir da onda branca, que permite o funcionamento de estabelecimentos que oferecem baixo risco de contágio.

A avaliação dos efeitos da migração para a onda amarela será feita ao longo de sete dias pela Secretaria Estadual de Saúde. Os critérios sanitários estabelecidos no programa, que precisam ser rigorosamente seguidos por comerciantes e clientes, podem ser consultados no site do governo de Minas. Como observa o presidente do Conselho Municipal de Saúde e membro do Comitê de Enfrentamento, Roberto Sant’Ana, é fundamental que todos os cuidados sejam tomados para evitar o retrocesso ao estágio anterior, ou seja, a onda verde, que autoriza o funcionamento apenas dos estabelecimentos considerados essenciais: “A decisão de aderir à onda branca ocorre no âmbito da Macrorregional Centro-sul de Saúde, com sede em Barbacena e da qual Lafaiete é uma das cidades-polo. Com base nos critérios de avaliação do governo do estado, Lafaiete tanto pode avançar da linha branca para a amarela como, depois de uma semana, retornar à onda verde. Portanto, não se trata de uma flexibilização definitiva; dependerá muito de como o município irá se portar. É preciso que a população e os comerciantes entendam que o avanço depende da participação de todos”.
Roberto Sant’Ana frisou que, apesar do começo da flexibilização, as recomendações continuarão as mesmas: só se deve sair de casa se houver extrema necessidade e respeitando as normas sanitárias, como o uso de máscara. O presidente do Conselho Municipal de Saúde também rebateu a interpretação de que a reabertura seja uma vitória dos comerciantes locais: “Não é vitória de ninguém. Ninguém está ganhando nem sendo herói de nada. O que existe é um passo à frente que, pra ser mantido e a caminhada prosseguir, depende essencialmente da população e dos comerciantes. Se não houver colaboração, provavelmente a flexibilização vai regredir. É uma questão de responsabilidade e conscientização de todos”, avaliou o presidente do Conselho Municipal de Saúde.
