A força-tarefa criada para analisar os casos de pacientes com a síndrome nefroneural esteve reunida durante toda esta sexta-feira (10/01) e atualizou as informações sobre o caso que envolve a cerveja Belorizontina e os casos do que vinha sendo chamada de “doença misteriosa”.
A nota oficial da Polícia Civil esclarece que foram dez casos suspeitos, sendo que um veio a óbito. Os demais seguem em tratamento. Até o momento, ficaram prontos os resultados de exames sanguíneos de três pacientes internados, realizados pela Polícia Civil. Existia a substância dietilenoglicol nas amostras de sangue. Novos lotes da cerveja Belorizontina, produzida pela Backer, continuam em análise.

Consumidores que possuem a cerveja Belorizontina e desejarem se desfazer do produto devem encaminhá-lo somente à Vigilância Sanitária de Belo Horizonte, e, no interior do estado, aos Procons municipais. A eles caberá articular com a Vigilância Sanitária Municipal a coleta e armazenamento dos produtos. O recolhimento se restringe à cerveja adquirida pelos consumidores. Inicialmente a substância dietilenoglicol foi identificada nos lotes L1 1348 e L2 1348.
Conselheiro Lafaiete
Em Lafaiete vários estabelecimentos comercializam a cerveja Belorizontina. O Procon local reforçou a orientação de que a cerveja dos lotes citados não sejam consumidas.
O Procon Lafaiete funciona à rua Carijós, 123, atrás da Escola Domingos Bebiano, no bairro Rosário no horário de 10h às 16h. Telefone: (31) 3769-9010
Ouça no link abaixo a orientação da gerente do Procon, Mariana Mendes.
