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Vereador aponta mau uso do dinheiro público em Lafaiete

31 de outubro de 2019
in Lafaiete, Política
Prefeito nega motivação eleitoral para retomada de debate sobre hospital regional

Cidade vive expectativa de conclusão do hospital/Arquivo

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A falta de dinheiro é argumento recorrente dos gestores para justificar o atraso no andamento de diversas obras e o adiamento do início de outras, consideradas fundamentais à melhora da prestação de serviços à população. Em Lafaiete não é diferente.

Por outro lado, segundo o vereador Pedro Américo, se realmente há pouco dinheiro em caixa, o mau uso dos recursos está contribuindo para agravar a situação: “Se não tem dinheiro é porque falta administração também. Dou alguns exemplos. Mandaram fazer um projeto de reforma da igreja de Santo Antônio, que é tombada pelo Patrimônio Histórico; este projeto, simplesmente, não foi aprovado pelo IPHAN, ou seja: jogaram dinheiro fora. Há quantos anos estou denunciando que Lafaiete tem um trator que fica parado o dia inteiro na área do antigo lixão e a empresa locadora recebendo dinheiro do município? À época, a peça para consertar o trator da prefeitura custava aproximadamente R$400,00. Com o dinheiro que pagaram a empresa pelo aluguel do trator ao invés de comprar a peça, daria para comprar dois tratores novos para o município”.

Obra foi desperdício de dinheiro

Como outros exemplos de mau emprego de recursos públicos, Pedro Américo citou a reforma inconclusa da quadra da Escola Municipal Nilce Moreira e os 13 milhões de reais investidos inutilmente no hospital regional, cujo prédio continua se deteriorando a céu aberto. Pedrinho citou, ainda, a verba destinada à creche Bela Vista, obra que se encontra abandonada há anos.

O vereador citou ainda as dificuldades enfrentadas diariamente pelas profissionais que atuam na coleta do lixo reciclável, enquanto o município investe recursos no consórcio de tratamento de resíduos sólidos.  “São três associações que se dedicam à reciclagem e a maioria dos que fazem este serviço são mulheres batalhadoras, que suam pra ganhar o pão. Elas não têm apoio; às vezes, lhes dão um caminhão e dizem que estão fazendo muito. Ficam pagando caro ao ECOTRES e à Localix, quando o dinheiro que poderiam pagar a elas poderia reduzir o volume de lixo levado para o aterro sanitário. Ali se enterra muito material que poderia ser reaproveitado pelo pessoal da reciclagem”.

Creche inacabada

Pedrinho avaliou, ainda, que o mau uso do dinheiro público passa também pela execução de serviços que competem à Copasa: “A Copasa tem de levar o abastecimento de água às comunidades de São Vicente e Buarque de Macedo, mas a Prefeitura não cobra. Se a bomba estraga, pagam caminhões-pipa, que são muito caros e ainda entregam água suja. Por que não cobram da Copasa ao invés de pagar a uma empresa para levar água às pessoas?”, questionou o vereador.

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