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Caminhoneiros temem desemprego com decisão da Gerdau

7 de outubro de 2019
in Regional
Caminhoneiros temem desemprego com decisão da Gerdau
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Medida adotada pela Gerdau na semana passada pode contribuir para o aumento do desemprego na região. Na última quinta-feira (03/10), a siderúrgica dispensou os serviços de diversos caminhoneiros residentes em Conselheiro Lafaiete, Ouro Branco, Congonhas e Entre Rios de Minas. A informação causou uma reação dos  transportadores autônomos de minério da região. A alegação oficial é uma suposta falta de produtividade e a grave crise econômica que o país atravessa. Porém, os caminhoneiros afirmam que o verdadeiro objetivo da siderúrgica é transferir o serviço para empresas estabelecidas em Belo Horizonte, isso significa, além do aumento do desemprego no Alto Paraopeba, queda na arrecadação tributária local.

Caminhoneiros caminharam à pé em protesto

Nos últimos dias caminhoneiros estão mobilizando em manifestações contra a Gerdau.  Na semana passada, dezenas de caminhões permaneceram parados às margens da BR-040, em frente ao restaurante Zé Dias. Nesta segunda-feira 07/10 eles voltaram a se manifestar em frente a sede da empresa Tora Transportes, apontado pelos profissionais como parceira da Gerdau nesta decisão.

Manifestantes foram para a porta da transportadora

Em entrevista ao programa “Participovo”, ancorado pelos apresentadores Márcio Elias e Hilton Ferreira na rádio Difusora de Congonhas, um dos caminhoneiros, falou sobre os objetivos do movimento: “As grandes empresas (e a Gerdau em particular) estão se articulando para tirar nosso ganha-pão, acabar com o meio de trabalho dos cerca de 300 a 500 caminhões terceirizados que atuam na região. Há grandes empresas procurando meios de abarcar este serviço e tirar o nosso sustento. A Gerdau chegou a sugerir às transportadoras de Congonhas que limitem o fluxo dos caminhões de terceiros a apenas dois dias, permanecendo o restante da semana parados. Enquanto isso, as empresas de fora fariam o trabalho sem restrições”. Os caminhoneiros reivindicam igualdade nas oportunidades de trabalho e tratamento humanitário por parte da siderúrgica Gerdau: “Hoje, o motorista terceirizado é obrigado a aguardar sete, oito horas pra entregar uma carga, enquanto as grandes empresas têm prioridade e demoram apenas 10 minutos pra fazer o mesmo serviço. O motorista chega a ficar 14 horas dentro da mina, sem direito a descer do caminhão nem mesmo para fazer necessidades fisiológicas. Essa pressão que fazem sobre o motorista ou o dono do caminhão é pra que ele peça pra sair, ou seja: ao invés de falar com você, a Gerdau tira suas condições de trabalho até você pedir pra sair”, afirmou o caminhoneiro conhecido como Dudu.

Em nome da liderança dos caminhoneiros, Dudu pediu a solidariedade das autoridades locais à luta da categoria. Em resposta, recebeu o apoio imediato do prefeito de Congonhas, José de Freitas Cordeiro – o Zelinho, que já abriu espaço na sua agenda para receber os profissionais autônomos em seu gabinete a fim de, juntos, encontrarem uma solução negociada para o impasse.

Na Câmara Municipal de Congonhas um representante dos caminhoneiros terá oportunidade de usar a  tribuna para falar sobre o assunto na reunião desta terça-feira (08) às 19h.

Empresas

O Fato Real solicitou informação junto à Gerdau sobre a denúncia, mas, ainda na obteve resposta.

Já a empresa Tora Transportes Ltda, em nota oficial afirma as informações veiculadas nos últimos dias na região de Congonhas referentes à diminuição do número de motoristas autônomos contratados por parte da empresa não são verdadeiras.

Confira a nota na íntegra

 

Tora Transportes desmente boatos sobre redução em seu quadro de motoristas na região de Congonhas

A Tora Transportes Ltda, empresa mineira, fundada há 47 anos, esclarece que as informações veiculadas nos últimos dias na região de Congonhas referentes à diminuição do número de motoristas autônomos contratados por parte da empresa não são verdadeiras.

A empresa informa que não houve nenhuma redução do seu quadro de pessoal alocado ao contrato de prestação de serviços com a Gerdau. Atualmente a Tora emprega 157 pessoas em regime CLT, todas elas residentes na região de Congonhas.

A Tora Transportes é parceira da Gerdau há mais de 30 anos e há mais de 5 anos atua na operação de transporte de minério em Congonhas com frota própria e motoristas agregados.

Em todas as regiões em que atua, a Tora prioriza a contratação de colaboradores e fornecedores locais, pois acredita no desenvolvimento sustentável e mútuo. E reafirma aqui seu compromisso com o diálogo e transparência junto às comunidades onde atua.

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