A quantidade de pombos em torno da Escola Municipal Júlia Miranda, no bairro São João, está preocupando a comunidade. Segundo o presidente da associação de moradores, Manuel Vespúcio, a entidade já pediu providências ao setor de zoonoses da prefeitura para dispersar as aves, que infestam principalmente a quadra da escola: “Existem, aproximadamente, 150 pombos vivendo na escola e estamos preocupados com as crianças, porque as aves provocam doenças respiratórias. Estamos aguardando o agendamento de reunião com o colegiado da escola para discutir o problema, pois queremos que o setor de zoonoses tome as providências cabíveis”.
Vespúcio acrescentou que a associação está buscando a orientação de veterinários para encontrar a maneira adequada de espantar os pombos.
A direção

Diretora da Escola Municipal Júlia Miranda Nogueira desde o dia 2 de fevereiro desse ano, Fabiana Pereira Maia disse que o problema já existe há mais tempo. Ela confirmou a presença em grande número da espécie, mas, também afirmou que medidas estão sendo adotadas para amenizar ou solucionar o problema. A diretora afirma que há orientação para que os alunos não cheguem próximo às aves, não deem alimentos a elas e nem toque em possíveis penas. Além disto os estudantes só se alimentam no refeitório e os restos são imediatamente recolhidos.
Uma preocupação a mais é o acesso dos pombos à caixa d’água da escola. Apesar dos cuidados e de alguns espaços terem sido isolados com telas, há precaução para ter certeza de não haver contaminação da água. Segundo a diretora, já foi solicitada à Copasa a análise da qualidade da água do local. Enquanto não sai o resultado, não há consumo humano da água do próprio prédio escolar. ‘Estamos consumindo água mineral e vamos continuar assim até ter a certeza de que não há contaminação”, disse Fabiana.
Outros locais

Além da presença de grande número de pombos na Escola Júlia Miranda, o Fato Real recebeu reclamação semelhante de outros pontos da cidade, como próximo à Igreja do São João e à rodoviária (foto).
