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Mãe afirma que filho sofreu bullyng em escola por usar cabelo comprido

22 de março de 2019
in Destaque, Regional
Mãe afirma que filho sofreu bullyng em escola por usar cabelo comprido
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Uma mãe usou as redes sociais para tornar pública situação enfrentada pelo seu filho, uma criança de cinco anos de idade, que teria ocorrido dentro de uma escola em Congonhas. Sabrina Seabra postou no Facebook o relato intitulado “Desabafo de Mãe” para relatar que seu filho teria sofrido bullyng por ter cabelos compridos.

“Se nenhuma providência for tomada na semana que vem,vou procurar a promotoria. Espero que a professora tenha um afastamento alguma punição pelo que fez com meu filho. Espero que outras mães que também tiveram problemas com seus filhos se ancoragem e denunciem.Não quero que fique apenas em uma reclamação no papel”, disse Sabrina ao Fato Real.

Confira a publicação na íntegra:

Desabafo de mãe!

Hoje gostaria de compartilhar uma situação ocorrida com meu filho na escola. Esse menino cabeludinho da foto é Manoel Valentim de 5 anos aluno da primeira série escola Weinchenck. Um menino doce educado e que adora jogar futebol na escola. Só que nesta segunda-feira 18/03/2019 foi impedido de jogar bola com os colegas por uma professora de nome Tânia Pinto responsável por olhar as crianças durante o recreio que simplesmente virou pra meu filho e disse (Você está com esse cabelo preso de menina? Menina não joga bola). E não o deixou jogar.

Preconceito, bulling vindo de uma professora, uma profissional que está lá pra ensinar? Que profissional é essa? Que educadora é essa? Que ser humano é esse? O tamanho do cabelo do meu filho não faz dele melhor ou pior que outra criança. Porque meninos tem que ter cabelo curto e meninas comprido?

Manoel vai continuar usando o cabelo dele comprido, com tiara, com tranças, curto, raspado, amarrado, colorido do jeito que ele quiser. Não é qualquer pessoa que vai tirar o sorriso do meu filho.

Diante disso fui até a escola fazer a reclamação sobre a senhora professora. Ela foi colocada de frente com meu filho e claramente negou a acusação, o chamando de mentiroso e que ela não teria feito tal coisa. Tive que segurar meus instintos de mãe e me manter calma, pra tbm acalmar meu filho.

O que foi feito na escola diante disso? Simplesmente uma ata assinada por mim por ela e pela diretora. Mas saiba senhora professora, que tudo isso não ficará assim, já fiz denúncia nos órgãos competentes, e espero que as providências sejam tomadas.

Manoel vai passar por avaliação psicológica e espero que esse episódio triste e lamentável não afete meu menino que tem apenas 5 anos. No momento ele se recusa a prender o cabelo novamente pra ir a escola, meu coração de mãe sangra, dói mas me manterei firme porque esse é o momento que ele mais precisa de mim.

Fica aqui meu alerta pra todas as mães, não deixem ninguém diminuir seus filhos por qualquer motivo que seja. Pela cor, religião, tamanho ou cor de cabelo, pelo sexo pela opção sexual. Corram atrás dos seus direitos assim como estou fazendo. Que as escolas tenham professores mais amorosos, mais humanos.

NÃO AO BULLING, NÃO A DISCRIMINAÇÃO. MAIS AMOR E MAIS HUMANIDADE.#MANOELCABELUDO❤❤❤

Sabrina Seabra
Mãe de Manoel

UniFASar

ERM



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