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Homem amedronta mulheres com ameaças no meio da rua em Lafaiete

5 de novembro de 2019
in Destaque, Polícia
Homem amedronta mulheres com ameaças no meio da rua em Lafaiete
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O assassinato de uma menina ocorrido na semana passada em Betim, região metropolitana de Belo Horizonte, mostrou o quanto qualquer pessoa está vulnerável a atos de violência. Seja na volta pra casa depois do trabalho, indo a um supermercado ou para a escola, como é o caso da pequena Ieda Izabel Manoel Peres, de apenas 5 anos, assassinada a facadas no meio da rua por um desconhecido, usuário de droga e esquizofrênico.

Avó

Em Conselheiro Lafaiete as mulheres principalmente das imediações do bairro São João, vivem uma situação de tensão e medo. O temor é de que sejam atacadas por um homem que perambula com freqüência pelo bairro. Há registros de casos em que ele persegue e assusta mulheres. Nesta segunda-feira 04/11 o medo foi de familiares  de uma idosa, como relatou a neta dela: “Minha vó é uma senhora de 87 anos, ela mora no final do São João, quase no Rochedo. Minha avó mora sozinha. Hoje minha mãe estava com ela. Minha avó sempre foi dessas pessoas que sempre ajudam todo mundo e não tem maldade alguma. As duas estavam em casa, sozinhas, até que a campainha tocou. Minha vó por sorte estava no telefone. Minha mãe foi atender a porta e era esse Júlio , pedindo dinheiro de maneira bem agressiva. Minha mãe não abriu o portão para ele e ele quase quebrou o portão da casa para entrar. Por sorte, minha mãe ficou firme e mandou ele ir embora dizendo que ali não conseguiria nada e ele desistiu. Mas já imaginou se fosse minha avó que atendesse o portão?

O Fato Real apurou junto com as pessoas que prestaram depoimento, que Júlio seria usuário de drogas e comete pequenos furtos para sustentar o vício. Mesmo assim, ainda está solto pelas ruas de Lafaiete.

Pavor

As mulheres que falaram com o Fato Real pediram anonimato. Uma delas fez o seguinte relato: “Moro no bairro Progresso e conheço o Júlio sim, de vista e de outros relatos. Há uma semana mais ou menos estava subindo o morro de minha casa e vi o Júlio descendo. Me assustei pelos relatos antigos e por já saber que é usuário. Então tive que atravessar para perto dele, pois estava descendo o morro e de um lado das ruas não tinha passeio. Então ele veio pra perto de mim. Quando ele ergueu a mão eu me assustei, achei que ele ia me agredir e quase pulei na frente do ônibus que já estava em uma velocidade avançada por não ter nenhum obstáculo. Ele também se assustou e afastou e eu passei muito nervosa”.

Irmã

Outro relato veio do irmão de outra mulher: “Não saiu da boca dela sobre a pessoa que tentou agarrar ela. Um conhecido me contou, pois ela ficou com medo de fazer algo com as próprias mãos no dia. Por volta das 8h20 minha irmã estava em frente o serviço dela esperando o rapaz que tem as chaves chegar e abrir o local de trabalho. Enquanto ela estava sentada na praça, o miliante chegou pedindo ela dinheiro, começou a puxar a roupa dela. Como ela não tinha e no dia deixou o celular em casa, o mesmo disse que iria estuprá-la já que não tinha nada a oferecer. No local tinha uma outra mulher fazendo ginástica e então elas começaram a gritar, foi aí que dois rapazes saíram da loja que trabalham, e o miliante no mesmo instante saiu correndo, tomando rumo incerto e dizendo que iria voltar no outro dia! Só estou relatando isso para expor que não foi uma, nem duas pessoas atacadas por ele!

Nas redes sociais há vários relatos de mulheres de terem sofrido ameaças e constrangimentos pelo mesmo cidadão, que age no bairro São João (com mais freqüência), mas também no Rochedo, Real de Queluz e Moinhos.

Polícia

Conversando com alguns policiais o Fato Real teve a informação de que é do conhecimento de alguns esta conduta do suspeito. No entanto, não há registro de nenhum boletim de ocorrência com a queixa formalizada, o que impediria a ação da PM. A orientação é para que as vítimas registrem boletim de ocorrência, até mesmo para que a PM ou até mesmo o Ministério Público possa ser acionado, antes que algo de mais grave aconteça. Porque se acontecer, vai ser tarde demais para dizer que a viatura não podia ir porque não tinha acontecido nada.

N.R: foto de capa/Reprodução/DireitoNet.

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