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O escritor Domingos Teodoro da Costa apresentou ao prefeito Zelinho e ao secretário de Planejamento da prefeitura, Antônio Odaque da Silva, na terça-feira 17/12, data em que Congonhas comemorou aniversário de 81 anos, o livro “Congonhas – Da fé de Feliciano à genialidade de Aleijadinho”. Esta passa a ser a única obra literária que discorre exclusivamente sobre a figura de Feliciano Mendes e seu entorno.
O português veio para a região mineira, com o sonho de riqueza e acabou dando origem à devoção ao Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas, idealizou e deixou avançada a obra do Santuário de mesmo nome, que é considerada uma das maiores obras do barroco. O Governo Municipal se mostrou interessado em apoiar o escritor para que o lançamento do livro aconteça em breve.
“Nós, moradores de Congonhas, temos uma dívida muito grande para com Feliciano Mendes, porque ele idealizou e participou de boa parte da construção do Santuário. Só possuímos um Patrimônio Histórico Mundial por causa de sua obstinação e fé. Senão, teríamos nos transformado em uma cidade mineradora como outra qualquer. Por isso, senti a necessidade de saber mais sobre ele”, afirma o escritor.
A obra tem aspectos até então desconhecidos dos negócios de Feliciano ligados à mineração e à agricultura, a sua relação com a região onde surgiu o bairro Basílica, com a Igreja e seu sacrifício para entregar ao Bom Jesus o ex-voto prometido em troca da cura de da doença. Domingos levanta teorias, com base em documentos, sobre a ermida que deu origem à Basílica atual, que, para conhecer, é preciso ler o livro.
“Gostaria de agradecer ao prefeito Zelinho e ao secretário Antônio Odaque pela recepção e o interesse demonstrado na divulgação do livro”, completa Domingos.
A publicação “Congonhas – Da fé de Feliciano à genialidade de Aleijadinho” faz parte do Acervo Histórico Mineiro. Em 12 de dezembro, o escritor esteve no Arquivo Público Mineiro para entregar a Sônia Maria Gonçalves dois exemplares do livro.