
Há um ano uma família lafaietense vivia seu pior pesadelo cercado de angústia e dor; e o Brasil acompanhava o inicio de uma história que se transformou num dos crimes mais bárbaros relatados. Em 27 de outubro de 2018 foi assassinado Daniel Corrêa.
O jogador de futebol, então com 25 anos, foi espancado mutilado e morto. O corpo dele foi encontrado na manhã de 27 de outubro, na zona rural de São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba.
O caso
De acordo com a polícia, Daniel foi assassinado após participar da festa de aniversário de 18 anos de Allana Brittes em uma casa noturna de Curitiba. Depois da comemoração, alguns convidados seguiram para a casa da garota, incluindo Daniel. Na residência, o pai da aniversariante, Edison Brittes, iniciou uma sessão de espancamento contra Daniel após ter visto o jogador em seu quarto, onde sua mulher Cristiana Brittes dormia. A defesa da família Brittes alega que Cristiana foi vítima de tentativa de estupro, fato descartado pela polícia.
Entre as pessoas envolvidas no crime, que foram presas ao longo do processo, seis foram soltas, entre elas Allana e a mãe Cristiana Brittes.
Edison Brittes Júnior continua preso. Ele é acusado de homicídio qualificado pelo motivo torpe, meio cruel e outro recurso que dificulte ou torne impossível a defesa, ocultação de cadáver, fraude processual, corrupção de adolescente e coações no curso do processo.
Recentemente a juíza Márcia Hübler Mosko, da 3ª Vara Cível de São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba, determinou que Edison Brittes Junior pague uma pensão mensal de R$ 5 mil à filha de Daniel Corrêa Freitas. A criança tem dois anos e sete meses.
