Congonhas recebe neste mês três apresentações gratuitas do Tambores de Aço, grupo artístico da Fundação CSN. As exibições acontecem nos dias 14, 15 e 17 de dezembro em espaços culturais e históricos do município. A turnê integra a programação especial de fim de ano e celebra o aniversário da cidade.
A abertura será no dia 14, às 19h30, no Museu de Congonhas, com o espetáculo Luminô. A montagem conecta o processo de transformação do aço com a trajetória do grupo. Música, iluminação e performance criam uma experiência sensorial que destaca a energia dos jovens integrantes.
No dia 15, o público poderá assistir ao musical natalino Reluz no Santuário do Bom Jesus de Matosinhos, com sessões às 19h e 20h15. O repertório traz canções tradicionais e releituras nacionais e internacionais executadas com a sonoridade dos tambores de aço. O espetáculo alia luz, música e movimento em uma proposta acessível para todas as idades.
A programação encerra no dia 17, às 19h30, em frente à Prefeitura, com EU SOUL – Tudo Re-existe. Lançado em 2025, o espetáculo é um manifesto que celebra a ancestralidade afro-brasileira. O repertório mistura tambor ancestral, samba, funk e trap, com releituras de artistas como Emicida, Gilberto Gil e Iza.
Para Letícia Costa, coordenadora do grupo, cada produção foi pensada para emocionar. Ela destaca que cenografia, figurinos e arranjos foram concebidos como uma experiência completa, inspirando esperança e renovação. Já André Leonardi, gerente geral da Fundação CSN, reforça a importância de ocupar espaços históricos de Congonhas, valorizando a cultura local e ampliando oportunidades para os jovens.
O Tambores de Aço foi criado em 2013 no projeto Garoto Cidadão, em Volta Redonda. Formado por 20 jovens entre 13 e 22 anos, o grupo une formação cultural e produção artística. Em quase duas décadas de atuação do Garoto Cidadão em Congonhas, a iniciativa segue ampliando acesso à arte, educação e cidadania.
A participação do grupo na celebração do aniversário do município reforça a parceria entre a Fundação CSN, a CSN Mineração e a cidade. Segundo o diretor superintendente Carlos Mello, levar cultura às ruas reafirma o compromisso com o desenvolvimento local e fortalece o sentimento de pertencimento. As apresentações são gratuitas e abertas ao público.
