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O mundo anda muito chato

24 de março de 2019
in Coluna Vou Falar - por Aaron Fenix
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Isto não é uma crônica. É um desabafo. Não quero dar lição de moral, nem produzir uma cartilha, muito menos ensinar alguma coisa. Não quero ensinar nada de nada pra ninguém. Aliás, quem sou eu pra ensinar? Quero apenas desabafar, botar pra fora o caroço, um troço que me incomoda.

O que está pegando, amigo e amiga, é que estão levando a vida muito a sério. Sério! Perdeu-se a leveza do ser, o humor, o jeito moleque de ver as coisas. Estão todos muito armados, com o espírito em constante alerta, carregando uma verdadeira Scania do famigerado politicamente correto nas costas. Tudo bem, precisamos ser corretos, honestos, fazer o melhor, mas também não precisa exagerar, né?

No Facebook, vejo lá que dois amigos estão “em relacionamento sério”. Relacionamento sério não pode ser bom! O bom, o que vale a pena, que acrescenta, que emociona que nos faz sentir vivos nesta vida de “Deus-Dará” é qualquer relacionamento afetivo, seja hétero, homo, poli, rotulado ou não, menos um relacionamento sério. Amem sim, mas deixem a seriedade de lado. Tá, tá bom, eu sei o que é relacionamento sério, eu não poderia era perder a piada. Mas não seria melhor dizer “namorando”?

Sério, gente, essa seriedade generalizada está fazendo mal para o mundo; está tornando as pessoas muito chatas. Essas pessoas ficam patrulhando tudo, sejam humorísticos, comerciais, peças, imagens, opiniões, opções sexuais, religião, estilos, jeito de ser. Vamos hastear a bandeira do leve, vamos ter um olhar mais suave para a vida. Ele está muito pesado.

Simplicidade é a chave da alegria de viver. Na nossa cultura, se tem chamado simples a pessoas de menos posse ou sem instrução. Como se ser simples fosse sinal de pobreza, ignorância ou fracasso. Simplicidade não é isso.

No dia a dia, vejo a insatisfação das pessoas com tudo, passam pela vida correndo atrás do vento, envelhecem frustradas, sem alegrias, mal-humoradas, inquietas e questionadoras. A gente deve ser feliz com o que nos cerca e com o que temos. Se conquistarmos mais, ótimo. Senão, vamos tirar proveito daquilo que nos foi permitido ter.

Sinto-me privilegiado em ter o que tenho, não preciso de mais. Quem sabe, um dia, poderei ter uma casinha na praia para envelhecer dormindo ao som das ondas que se chocam nas pedras e acordando com o som das gaivotas. Mas, se não for possível, continuarei feliz, fazendo da frase de Cora Coralina um lema para o resto da minha vida: “Fechei os olhos e pedi um favor ao vento. Daqui para frente levo apenas o que couber no bolso e no coração”.

Leveza e simplicidade. É isso que eu quero pra mim e desejo a todos.

Tô Sabendo e Vou Falar!
Aaron Fênix

UniFASar

ERM



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