
Depois de avaliar o projeto e a demanda da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SEMMA), foi dada autorização para a finalização do projeto e construção do viveiro urbano municipal de Congonhas. O projeto foi contemplado com recursos do Fundo Municipal de Meio Ambiente, originados em sua maioria de uma multa aplicada à empresa Ferrous Ressources, que, recentemente, adquirida pela Vale, optou por depositar o dinheiro na íntegra para que a Prefeitura realizasse por conta própria a construção.
O Viveiro Urbano de Congonhas será um ponto de apoio e extensão dos trabalhos de educação ambiental e desenvolvimento florestal da Secretaria Municipal de Meio Ambiente. Ele contará com uma estufa de mudas, uma casa de sombras e espaço para desenvolvimento de pesquisas da flora, além do escritório de apoio que possui características e elementos de bioarquitetura, fazendo uso de tijolos de adobe, madeira reflorestada e telhado verde.

O local também abrigará o “Banco Ecológico”, um ponto de apoio onde será realizado o câmbio de mudas nativas e adubos de compostagem por materiais recicláveis, além da troca destes materiais por “figurinhas” do programa de educação e comunicação ambiental Ecolecione, que será lançado entre setembro e outubro de 2020.
O viveiro será construído numa área da Prefeitura com cerca de 900 m², localizado à rua Valdir Cunha, centro ao lado do Ministério Público do Estado de Minas Gerais. Desta forma, será feito um melhor aproveitamento daquele espaços público, que tem sofrido invasão e se transformado em depósito irregular de lixo.
