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Homem é ofendido e registra queixa por injúria racial

13 de agosto de 2020
in Polícia
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Um episódio que pode ter começado como mera briga de vizinhos acabou exigindo a intervenção da polícia e originando a formalização de queixa por injúria racial. O fato aconteceu no último sábado (08/08) na cidade de Rio Espera.

A vítima, Antônio Martimiano, um homem negro de  49 anos, conversou com o Fato Real e apresentou sua versão sobre o que aconteceu. Ele disse que estava lavando o passeio de casa quando, de repente, surgiu uma mulher lhe dirigindo insultos e desferindo chutes contra um carro que estava estacionado do lado de fora. De nada adiantou argumentar que o veículo não  lhe pertencia, que um inquilino era o real proprietário do automóvel. A mulher, que é sua vizinha, ao contrário de se acalmar, redobrou os impropérios e ultrapassou todos os limites do que pode ser suportado por alguém de natureza pacífica e conciliadora: se postando do outro lado da rua, aos gritos, ela passou a insultá-lo chamando-o de vagabundo e macaco.

Tivessem essas ofensas sido dirigidas alguns anos atrás, talvez a vítima houvesse se calado, guardando dentro de si a dor da humilhação sofrida. Mas, pelo menos no que diz respeito a questões comportamentais, hoje o mundo respira ares de maior empoderamento e exercer plenamente a cidadania significa também se orgulhar da cor da pele. Consciente do próprio valor como ser humano, o homem chamou a polícia, relatou a ofensa sofrida e registrou a ocorrência.

A agressora, de 61 anos,  poderá responder na Justiça por injúria racial. O crime, que consiste em ofender a dignidade de alguém com base na raça, cor, etnia, religião, idade ou deficiência, está previsto no Código Penal e é passível de multa ou pena que pode variar de seis meses a um ano de reclusão.

Aimar Souza

 

UniFASar

ERM



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