Todo ano, durante o mês de maio, paramos e pensamos: Que presente vou dar para minha mãe nesse “Dia das Mães? Porque muitas das vezes nos preocupamos com elas somente nessa data? Seja presencialmente ou à distância temos que nos lembrar é sempre daquela pessoa que carrega um valor sentimental intransigível para nós, às quais nos referenciamos como MÃE.
Quando tentamos refletir sobre o que é ser Mãe, encontramos tantos vácuos e incógnitas, que só a vida mesmo para expressar para a gente o que é cumprir essa missão. São mães-mães, mães-pais, mães-avós, mães irmãs, mães-amigas, milhares de exemplos de como a maternidade pode ser encontrada na vida das pessoas. Maternidade essa que veio de forma biológica ou de forma social, e que ainda assim representa para nós aquele aconchego, segurança, calmaria ou exemplo.
É… não são todos os dias que somos gratos às mães, mesmo sabendo que isso é mais que necessário e que é impossível identificar um único “modelo” de mãe ideal , para agradecermos com um mero presente simbólico. Penso que mães são aquelas que nos carregaram internamente por meses e que faziam do seu alimento, o nosso, sem saber como era constituído cada parte de nosso corpo. Mães são aquelas que nos acompanharam em tantas etapas e momentos da vida, e que, independente da queda, amortecem o nosso aprendizado para o menor dos impactos possíveis. Aquelas responsáveis por nosso riso ou choro, lutas ou desejos e que nos guiam incondicionalmente para o melhor que a vida pode nos oferecer.
Mãe é o sentimento puro, no mais profundo da coisa, em representação personificada. Este ano, em virtude da pandemia, muitos estarão privados de dar um abraço apertado na Mãe, não por vontade própria, mas isso será por pouco tempo e é para o bem delas também. Tudo passa e isso também passará.
Deixo aqui, para todas as Mães residentes em Lafaiete ou não um trecho de uma poesia do poeta mineiro Giuseppe Ghiaroni, que retrata muito bem a importância de ser MÃE: “Dia das Mães! É o dia da bondade maior que todo o mal da humanidade purificada num amor fecundo. Por mais que o homem seja um mesquinho, enquanto a Mãe cantar junto a um bercinho cantará a esperança para o mundo”!
Tô Sabendo e Vou Falar!
Aaron Fênix
