
Está em casa, em Conselheiro Lafaiete, o policial militar aposentado, preso pela Polícia Federal em 06/09 na casa onde mora no bairro Fonte Grande, por suposta ameaça de morte ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes em publicação nas redes sociais às vésperas do feriado da Independência do Brasil em sete de setembro. O militar reformado era lotado no 31º Batalhão da Polícia Militar, sediado em Conselheiro Lafaiete.
Além da prisão, à época, houve cumprimento de mandado de busca e apreensão com o intuito de localizar documentos físicos e eletrônicos tais como agendas, pen drive, notebook, aparelhos telefônicos, dentre outros, com arquivos importantes à investigação.
Defesa
“A defesa do cidadão lafaietense preso por supostamente estar envolvido nos movimentos nacionais de 07 de setembro, teve sua prisão temporária convertida em prisão domiciliar com restrições pelo Supremo Tribunal Federal, já estando em sua residência nesta cidade desde 28.10.2021”. O pedido de revogação perante a Corte Suprema, foi impetrado por Rodrigo Francisquini Gonçalves Santos, auxiliado por seu sócio, policial militar da reserva, Tenente-Coronel e advogado, José César de Paula e seu colega de profissão Thiago Bruno de Rezende.
“Fora indispensável a louvável atuação da Corte Suprema por meio do relator do inquérito e seus servidores. Eis que, de forma decisiva se convencera da ausência de perigo do cidadão lafaietense, e pelo cumprimento da ordem desta por parte do juiz e servidores da 2ª Vara Criminal desta cidade, que se tornara responsável, por atribuição da aludida Corte, pela fiscalização da prisão domiciliar do referido cidadão”, disse o advogado Rodrigo Francisquini ao Fato Real.

O inquérito prossegue para que se apure as supostas condutas de todos os envolvidos, e dependendo do convencimento do Supremo Tribunal Federal e da Procuradoria Geral da República, poderá ou não se tornar uma ação penal de competência originária de tal Corte Suprema.
O advogado afirma queque prosseguirá a defesa com os demais atos processuais para provar a inocência de seu cliente.
