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Em defesa de um ídolo

Como desportista, não poderia deixar de manifestar o meu descontentamento envolvendo um dos últimos ídolos da nação cruzeirense, o atleta Fábio. Sempre reconheci o valor dos ídolos, pessoas que são referência para os demais como exemplo de esforço e luta.

Não posso deixar de reconhecer as muitas qualidades do atleta Fábio, que sempre foi um jogador revestido de comprometimento, entrega e seriedade construindo sua história com desempenho muito acima da média. Por isso, e por tantos outros motivos, é considerado um líder e um ídolo por milhares de pessoas.

Os últimos acontecimentos demonstram que as decisões que envolvem nossos ídolos nos devem fazer refletir. O goleiro, profissional comprometido com o seu trabalho, foi e é exemplo, para crianças e jovens. Não só no esporte. É exemplo de superação, enfrentamento das dificuldades, persistência e comprometimento.

Foto: Redes Sociais/Fábio
Foto: Redes Sociais/Fábio

É preciso lembrar que crianças e jovens miram em seus ídolos o que desejam para si mesmos. E sabemos que o futebol, principalmente, é uma forte ferramenta para a inclusão, formação e transformação, além de importante fator de promoção da saúde.

Um ídolo se molda pelo exemplo. É preciso buscar caminhos que tornem o respeito a palavra-chave.
O ciclo profissional de Fábio junto ao Cruzeiro chega ao fim. Sua história, não. Como marca, ficam seu legado e comprometimento, hoje transformados em reconhecimento pelos cruzeirenses e, sobretudo, por desportistas que valorizam o “espírito esportivo” em todo o planeta.

Sou fã do ídolo Fábio, e, seguindo minha consciência deixo aqui o meu descontentamento. Espero que os dirigentes do Cruzeiro tenham a sensibilidade de perceber o erro que cometeram e revejam a sua decisão.

Atenciosamente,

Glaycon Franco
Deputado estadual

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