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Vereador suplente critica transporte público em zona rural de Lafaiete

Durante sessão da Câmara Municipal de Conselheiro Lafaiete na noite desta terça-feira (14/09), Roger Diego (Patriota), que assumiu como vereador somente para a votação sobre a Comissão Processante contra o prefeito Mário Marcus (DEM), aproveitou o espaço para falar sobre a situação do transporte público para a comunidade em que mora, Gagé.

Diferentemente do que acontece em perímetro urbano, o serviço no local é prestado pela empresa Comércio e Lubrificantes Ltda. Roger explica que, por isso, o problema do transporte coletivo em Lafaiete não foi resolvido, com a chegada da empresa Umuarama.

Empresa é responsável por prestar o serviço
Empresa é responsável por prestar o serviço em Gagé

O vereador classificou a deficiência do transporte na cidade como “crônico”. Ele explicou o problema do vilarejo Vila Lobo, local em que não possui o serviço e os moradores precisam se deslocar cerca de 5km para chegar no centro comercial da cidade.

Roger cobrou a Câmara Legislativa por uma solução para os problemas: “Determinado vereador falou que andou em todas as linhas de transporte coletivo em Lafaiete. O senhor deu uma ida à Gagé? Qual a empresa que faz o transporte de Gagé?  Como funciona o contrato da Comércio e Lubrificantes no município? É um subcontrato? É uma ementa contratual? Eu queria resposta desta Casa porque disseram que a Casa está aberta para chegarmos, expormos os problemas e que eles são apurados, resolvidos e sanados”.

Vereador critica a situação no lugar
Vereador critica a situação no lugar

Roger Diego disse que a empresa que presta o transporte para Gagé “faz o que bem entende” com a população das áreas rurais. Segundo ele, as pessoas no local se arriscam atravessando a BR para pegar os ônibus que  circulam de Congonhas para Lafaiete.

Quebra de monopólio

O vereador ainda sugeriu que, como solução, poderia ser quebrado o monopólio do transporte público no município: “Se é inviável um ônibus grande em determinadas rotas, coloca micro-ônibus, coloca vans. A manutenção e o combustível são mais baratos. Se a Comércio não quer fazer horário de 6h e 18h (só a título de exemplo, gente) que não seja considerado crime e nem clandestino um perueiro que vivia do setor de eventos, e agora está sem renda devido a pandemia, fazer o transporte”, concluiu.

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