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Presidente critica baixa participação em audiência pública e diz que alertas do Conselho de Saúde são ignorados

Aconteceu nesta segunda-feira (16/05) na Câmara Municipal de Conselheiro Lafaiete audiência pública sobre a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). Esta é uma das mais importantes leis do município, já que tem objetivo de apontar as prioridades do governo para o ano seguinte. A LDO orienta a elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA).

No entanto, mesmo com a importância do tema nem todos vereadores estiveram presentes. O presidente do Conselho Municipal de Saúde (CMS) chamou atenção para o fato: “A LDO, se não é a lei mais importante do ano, é a segunda lei mais importante. Então, eu acredito que essa casa hoje deveria ter todos os 13 vereadores aqui, porque depois eles vão ter que avaliar essa LDO, e como que eles vão avaliá-la? O Abraham Lincoln falava o seguinte: “Você não consegue escapar da responsabilidade de amanhã, esquivando-se dela hoje”, então fica aqui a consideração do Conselho de Saúde”, disse o presidente, Roberto Sant’Ana.

Três dos quatro vereadores presentes na reunião. Da esquerda para a direita: Pastor Angelino, Professor Oswaldo e Damires Rinarlly
Três dos cinco vereadores presentes na reunião: Pastor Angelino, Professor Oswaldo e Damires Rinarlly

Estiveram na reunião os vereadores Professor Oswaldo (PV), Damires Rinarlly (PV), Pastor Angelino (PP), Fernando Bandeira (DEM) e  André Menezes (PL). A justificativa de ausência de Pedro Américo (PT) foi lida

Alerta

Roberto Sant’Ana criticou também a administração municipal. Segundo presidente, todo ano o município repete erros que são avisados pelo CMS, mas as solicitações e alertas são ignoradas. Com isto, é comum que a administração tenha de fazer, por exemplo, suplementações para corrigir falhas que poderiam ser evitados.

Roberto Sant'Ana criticou ações da administração municipal
Roberto Sant’Ana criticou ações da administração municipal

O presidente destacou que, para este ano, foi enviado para a Casa Legislativa uma recomendação para que nada seja aprovado sem que o conselho se manifeste, visando corrigir os erros dos anos anteriores.

Em sua fala, o presidente da CMS salientou que não adianta reclamar da situação da saúde na cidade enquanto os líderes políticos não participarem atividade das tomadas de decisão: “Ou a gente leva a gestão com seriedade ou a coisa vai continuar como está. Não adianta falar que a saúde está mal, que o posto está mal, porque na hora de planejar, na hora que decidir as coisas nós temos a presença de só quatro vereadores, nós temos o município que não ouve o conselho e aí avisamos que vai dar errado, o município não segue e depois fica tudo como está”, diz Roberto Santana. N.R: No momento da fala do presidente do CMS quatro vereadores estavam presentes, mas no total cinco compareceram.

Confira no link abaixo, trechos em que o presidente do afirma que alertas do Conselho de Saúde são ignorados

 

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