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Política

Articulações políticas podem mudar o cenário das eleições em Minas

Aconteceu na última quarta-feira (11/05) uma reunião do secretário-geral do Solidariedade (MG) e do ex-vice-prefeito Roberto Carvalho (PT). Segundo informações, o partido vai caminhar com Lula (PT), na campanha rumo à Presidência da República; e dos 29 membros 25 apoiam a candidatura do ex-deputado e presidente da Assembleia de Minas Gerais (ALMG), Dinis Pinheiro ao governo de Minas Gerais, garantindo assim o palanque de Lula em Minas Gerais.

O agente político lafaietense e ex-candidato a prefeito Tallysson Zebral, informou que tem ocupado espaço estratégico nesta articulação. Na última segunda-feira (09), Zebral acompanhou Dinis Pinheiro em evento fechado realizado na capital com as principais lideranças políticas que apoiam o ex-presidente.

Tallysson participou de evento nesta semana
Tallysson participou de evento nesta semana

Segundo Tallysson “não podemos depender da boa vontade do PSD mineiro. Precisamos garantir um palanque forte ao ex-presidente Lula. Kalil (PSD) seria um grande nome, mais a política é feita de gestos e de projeto, o presidente do partido senador Alexandre Silveira (PSD) vem andando na contramão. Se virar líder do Bolsonaro (PL) zera a possibilidade de acordo, Dinis conhece a realidade de Minas e é um grande aliado”, afirmou.

Tallysson Zebral segue com sua análise: “Inicialmente o ex-presidente da ALMG, Dinis Pinheiro poderia ser o suplente da candidatura do Reginaldo Lopes ao Senado Federal nas próximas eleições. A vaga de suplente de Reginaldo se tornou mais valorizada nos últimos tempos diante da percepção de que ele tem ganhado espaço dentro do partido e é bem-visto por Lula. Dessa forma, especula-se nos bastidores de que ele pode se tornar ministro caso o ex-presidente retorne ao Palácio do Planalto”.

O impasse do PSD mineiro vem se arrastando por alguns meses. Segundo os bastidores, o partido não aceita duas candidaturas ao Senado, alegando que Alexandre Silveira teria prioridade para reeleição; o que inviabilizaria o palanque de Kalil e Lula em Minas Gerais.

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