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Copasa apresenta projeto de construção de ETE em Congonhas

Na tarde desta quinta-feira (28/07) a Secretaria de Obras e Infraestrutura da Prefeitura e o Conselho Municipal de Saneamento (CMSA) se reuniram com representantes da Copasa para que os técnicos da empresa pudessem apresentar as fases I e II do projeto de construção da Estação de Tratamentos de Esgotos (ETE) em Congonhas.

Desde o ano passado, quando foi assinada a ordem de serviço para o início das obras de implantação do sistema de esgotamento sanitário em Congonhas, a Copasa tem realizado uma série de serviços como a instalação de interceptores, redes coletoras e ligações prediais. E ainda serão construídas linhas de recalque, estações elevatórias e de tratamento de esgoto com previsão total de investimentos acima de R$40 milhões.

Os técnicos da companhia fizeram uma apresentação à comunidade referente às etapas do projeto. De acordo com a empresa, na fase I que deve ser concluída até maio de 2023 estão previstas 9 mil novas ligações prediais, 1.700 metros de rede coletora e 27km de interceptores de esgoto que já estão sendo executados.

Projeto foi apresentado ao município
Projeto foi apresentado ao município

A 2ª Etapa de implantação do Sistema de Esgotamento Sanitário do Município prevê, de acordo com a Copasa, a construção de mais de 5 mil metros de linhas de recalque e 12 estações elevatórias de esgoto, além da construção da ETE com capacidade de tratar 165 litros de efluentes. Segundo a engenheira da Copasa, Vanêssa Trigueiro, todas as estações elevatórias espalhadas pela cidade possuirão um sistema de tratamento de ar para evitar a emissão de odores na atmosfera.

A implantação da Estação de Tratamento de Esgotamento acontecerá na segunda fase do projeto que, após iniciada, terá a previsão de duração de 18 meses para conclusão das obras. A empresa estima que esta segunda etapa tenha início ainda neste ano.

Durante a reunião, representantes do governo, do legislativo e da sociedade civil tiveram a oportunidade de esclarecer dúvidas com relação ao projeto e cobrar melhorias na qualidade e eficiência das obras.

O prefeito Cláudio Antônio de Souza, o Dinho, reforçou que os transtornos com as obras são inevitáveis, mas que os benefícios serão superiores. “Esse projeto abrange tudo o que o município precisa e já era esperado pela comunidade há décadas. Evidentemente por alguns momentos os transtornos serão inevitáveis. Por isso, deixar a população ciente disso será muito útil para que a importância deste projeto não seja mascarada pelos transtornos, pois, muitas vezes, a população se esquece do que significa saneamento”, destacou o prefeito.

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