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Carnaval 2022 em Congonhas segue indefinido

O prefeito de Congonhas, o Dr. Cláudio Antônio de Souza, o Dinho (MDB), divulgou vídeo na última semana comentando sobre o Carnaval 2022 no município. Segundo ele, ainda não há definição se a festividade ocorrerá no município ou não.

Cláudio Dinho destacou que, neste momento, existe uma tendência no país de cancelamento da festa, a cidade, no entanto, segue aguardando mais segurança sanitária para tomar esta decisão.

Na gravação, o mandatário municipal comentou sobre a situação: “Nós deveremos continuar observando as tendências que vão acontecer no Brasil, algumas recomendações sanitárias foram emitidas por órgãos como a Fiocruz, a Secretaria do Estado, os comitês; no sentido de, poder, pode, mas caberá a cada um de nós admitir qual risco estamos dispostos a assumir. Neste aspecto, Congonhas pode vir a ter o Carnaval de uma forma doméstica, menos comprometedora, desde que o cenário mostre uma segurança neste aspecto”, destacou.

Dinho pontuou que a decisão deve sair antes do final do ano.

Prefeito de Congonhas ainda não definiu se a festa ocorrerá na cidade
Prefeito de Congonhas ainda não definiu se a festa ocorrerá na cidade

Região

A tendência de cancelamento da festa, citada por Cláudio Dinho, já chegou na região. Conselheiro Lafaiete já confirmou previamente que em 2022 não haverá Carnaval oficial na cidade. O mesmo aconteceu com São João del-Rei, no Campo das Vertentes.

Na última quinta-feira (25/11) os prefeitos Geraldino Pacheco De Oliveira Filho (São Brás do Suaçuí), José Donizete Almeida Maia (Jeceaba), José Walter Resende Aguiar  (Entre Rios de Minas) e Wagno Almeida Duarte ( Desterro de Entre Rios) decidiram, em comum acordo, cancelar as festividades de Natal 2021 e Réveillon e Carnaval em 2022. A decisão vale para as quatro cidades.

Os políticos defendem a posição, argumentando que mesmo com o avanço da vacinação por parte dos municípios da região, tais eventos geram um grande aumento no fluxo de turistas, o que impossibilita promover o controle de público e dos protocolos sanitários. Com isso, acaba também aumentando o risco de infecções além de se considerar a possibilidade de uma nova onda de contágio, o que já é realidade em alguns países do mundo.

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