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Descumprimento de normas do protocolo da Onda Roxa gera autuações em Lafaiete

Com a reclassificação do município de Conselheiro Lafaiete para a Onda Roxa pelo Governo do Estado, quando podem funcionar apenas as atividades essências, uma força-tarefa composta por fiscais da Vigilância Sanitária e de Posturas, Polícia Militar e Guarda Municipal atuam no combate aos abusos e descumprimentos dos protocolos sanitários.

Fiscalização e orientação em barreira sanitária
Fiscalização e orientação em barreira sanitária

Somente nos primeiros 15 dias deste mês de março já foram feitas quatro interdições, abertos quatro processos administrativos, 32 notificações, 78 estabelecimentos receberam orientações e foram atendidas 58 denúncias.

Uma das maiores dificuldades relatadas pela força-tarefa é convencer as pessoas a seguirem as normas de biossegurança, tanto comerciantes quanto clientes. Também estão sendo necessárias ações em praças e vias da cidade onde as pessoas se aglomeram, descumprindo a orientação de distanciamento social como forma de prevenção. Todo o trabalho de fiscalização tem por objetivo fazer-se cumprir normas que visam conter a disseminação do vírus, prevenindo a ocorrência de casos e óbitos por Covid-19 e levas às pessoas a entenderem a gravidade da situação pela qual o município está passando.

A fiscalização continua a ser realizada diariamente. Para registro de ocorrências foi implantado o disque-denúncia pelos telefones 3769-2540, atendimento de 8h as 18h e após as 18h pelos telefones 3769-3032 e 153.

Cooperação

Para o Prefeito Mário Marcus a situação é muito preocupante pela alta taxa de ocupação de leitos clínicos e de UTI. “Já solicitamos ao Governo do Estado a ampliação do número de leitos no município, porém se não houver uma colaboração da população, corremos o risco de um agravamento ainda maior do quadro. É necessário que as pessoas entendam que a responsabilidade é de todos. Precisamos seguir rigorosamente as orientações, usar máscaras em todos os lugares, higienizar as mãos e só sair se for estritamente necessário para preservarmos a saúde e a vida das pessoas”.

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